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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Costelas de Heitor Batalha - degustação



Deus é menino em mil sertões. 

– Guimarães Rosa – 


A morning shows the day, as the child shows the man. 

– Milton – 

Toute douleur qui n’aide personne est absurde. 

– André Malraux – 

Caminante, no hay camino Se hace camino al andar 

– Antonio Machado – 


APRESENTAÇÃO 

A proliferação de livros para o universo infanto-juvenil no mercado editorial continua gerando labirintos, chaves que abrem a porta a experiências de leitura sutis, contundentes, estremecedoras. Cada vez mais encontramos livros que deixam perguntas que propiciam o questionamento, a reflexão, a investigação, que nos levam a pensar que a literatura passa a ser vista como um oceano caótico ansioso de classificação, o que nos força a um exercício inútil de distinguir os bons dos maus escritores. E realmente, classificar é tão inútil como inevi- tável. Um impulso do intelecto ocioso que busca ou inventa ordem onde não há mais que caos e contingência. Um exercício cruel e banal, mas, no fundo, potencialmente proveitoso, e proveitoso porque acaba por nos ajudar a descobrir coisas, detalhes inadvertidos, elementos que de outro modo permaneceriam ignorados, realidades que não são verdadeiras e contudo existem. Por outro lado, essa literatura, excetuando os textos de caráter educativo, parece dar sinais de que começa a vivenciar um bom momento; os organismos oficiais têm tomado consciência de sua impor- tância na formação da personalidade, como fomentadora da criatividade e transmissora de valores; escritores, ilustradores e editores se tem dado conta do número potencial de leitores dentro deste segmento da população e da exigência dos mesmos e, conscientes de que o público se não for instigado à leitura quando jovem, dificilmente o será depois. 

Hoje encontramos escritores que criam uma maneira claramente identificável de fazer literatura; há os proustianos, os cortazarianos, os joyceanos, gongorianos e beckettianos; os que vivem a elogiar a sordidez dos dias, os que vivem da emulação, enfim. Mas há principalmente aqueles que considero escritores com “e” maiúsculo, porque de algum modo o bom escritor é aquele que transcende a vontade de emulação ao descobrir a relação entre essa parte pessoal da linguagem e a linguagem do mundo, quando toma consciência de que as palavras e sua acomo- dação devem responder a uma maneira singular de apreender o mundo, uma maneira única porque emana dessa historia irrepetível que é uma existência humana e tudo, tudo o que esta carrega. Dentre esses escri- tores preparo um lugar para Joaquim Maria Botelho, que sem procurar novidades acaba encontrando-as. Novidades sem modismos, em seu “Costelas de Heitor Batalha”. 

À leitura do seu livro remeto-me à lembrança de Nietzsche quando diz que “a riqueza da vida se traduz pela riqueza dos gestos”; e que há “que aprender a considerar tudo como um gesto: a longitude e a cesura das frases, a pontuação, as respirações; também a eleição das palavras, e a sucessão dos argumentos.” 

É com esse conceito que findo a leitura desse livro onde Joaquim Maria Botelho trabalha com personagens que somos todos nós, defeituosos, arranhados, sofridos, mas também elegantes, belos, viventes de um mundo que está à nossa porta. Um livro cujas páginas se abrem não apenas para o público a que se destina. É amplo, um mundo dentro de um mundo com todas as mazelas e grandezas que o tempo oferece; um desfilar de imagens bem-acentuadas, frases belamente construídas, consciência de que “a gente cresce, aprende a hipocrisia social e aí sim tudo na vida fica mais complicado.”; de que vivemos sempre a nos perguntar sobre o tempo, os dias, em querer saber quanto tempo duram as coisas”, de se conscientizar de que “o amor não se compra, nem se vende; amor, a gente dá, como a boa ajuda que constrói a gratidão.” 

Joaquim Maria Botelho já deu provas suficientes de que é um excelente jornalista, e nem surpreende ao mostrar-se escritor. O que precisa, com esse dom que me parece atávico, é se mostrar mais, porque nós que vivemos de e para a leitura e escritura estamos sempre famintos por um bom texto. E espero francamente que o leitor atente para sua obra que mais que tudo é um chamamento para o exercício da escrita. 
“Costelas de Heitor Batalha” é, sem dúvida, um dos bons livros que li nos últimos tempos e me faz afirmar que seu autor mostrou-se muito feliz ao enfrentar essa dura batalha de escrever para um público tão exigente que é esse a que, primordialmente, se destina. 


Luís Avelima 
Poeta, músico e tradutor 

PREFÁCIO 

Enquanto mostra, calmamente, a irracional sabedoria das galinhas, que não temem a cobra porque sempre souberam dominá-la, Joaquim Maria Botelho vai mostrando, no decorrer da sua narrativa espraiada, o doloroso construir do jovem Heitor Batalha (Batalha? Botelho?), ao longo de sua vida de menino interiorano. Sabiamente ele começa o texto com um momento dramático, capaz de construir suspense e manter até o fim do romance, intacta, a revelação. 

Mas, entrementes, dá-nos notícia de suas primeiras quase-aventuras amorosas de menino, do seu tatear pelo corpo da mulher desejada, das desilusões, das difíceis relações dos adolescentes com seus pais, da inces- sante procura do jovem por um modelo, que passe pela fisionomia psico- lógica do pai, mas não o imite. 

A história vai correndo pela infância, pelas férias sempre desejadas, pelos desencontros afetivos, que envolvem amigos e amadas, pelas escolas, primeiras e mais complexas, pelo ambiente político do interior paulista – e o interior paulista assoma sempre – até voltar ao primeiro incidente. 

Este seu trauma inicial é retomado num clima de sonho, devaneio, embriaguês, anestesia e delírio, que o autor, numa boa escolha, deixa morrer na incerteza. 

Um bom romance de estreia e uma estreia promissora. 

Renata Pallottini, da Academia Paulista de Letras 


Naquela noite, nada indicava tempestade. Nenhum indício de tragédia. O encontro marcado com Renata o deixava feliz, os músculos da barriga contraídos de ansiedade. Fez a barba, enfiou-se em roupa nova, e de roupa nova ele se achava um perigo, passou perfume. Demais. Penteou-se. Recuou dois passos para botar a silhueta inteira no reflexo do espelho. Penteou-se de novo. Chegou mais perto para verificar se era perceptível a espinha despontando no nariz. O moço do reflexo, ele mesmo, ou o outro que ele queria ser, especial, sublime, apaixonado, sério, terno, ostentava ar inteligente. Ajustou expressão facial diferente para cada uma dessas qualidades que planejava exibir para a moça. Experimentou o perfil. Esquerdo. Depois o direito, o lado melhor. Ergueu a sobrancelha, num gesto de conquistador, imaginando a impressão que causaria, depois caçoou bobo de si próprio. Não se incomodou com a cicatriz na testa – recuerdos de um voo de cima do muro ao chão, quando tinha cinco anos, ganhou uma capa de super-homem e achou ter ganhado superpoderes junto com a fantasia. 

Passou a mão por baixo do queixo e foi atrás do aparelho de barba, para raspar um pouco melhor o começo do pescoço. Chegou o rosto bem perto do vidro para inspecionar o resultado. Não resistiu ao riso, por causa dos olhos envesgados pela proximidade da imagem. Percebeu o respingo de espuma de barba na gola de camisa. Foi ao guarda-roupa, mas, caramba, não tinha outra para compor tão bem o conjunto. Voltou para o banheiro e abriu a torneira da água quente. Molhou a pontinha da toalha de rosto e se esmerou na eliminação da mancha. Esperou secar a umidade para conferir se o grave problema fora corrigido. Não se percebia quase nada. Aliás, quem visse de fora, nem notaria o ponto ínfimo. A dimensão de um problema tem proporção direta com a expectativa da pessoa. 

Haviam acertado o encontro para as nove horas, no cinema. O relógio lerdo marcava ainda sete horas e ele não aguentava mais ficar em casa. Sentou-se no sofá. Não chegou a ficar dois minutos. Foi ao compu- tador. Ligou. Uma eternidade para carregar o sistema, pouca memória virtual, talvez, o técnico não resolveu de vez essa lentidão, não chamo mais esse cara, tenho um amigo, esse deve conhecer melhor os segredos da informática, vou falar com ele. Desistiu no meio do processo e desligou o aparelho. Foi para a cozinha. Abriu a geladeira, sem saber o que buscar lá dentro. Fechou a porta e a cara. Ah! que se dane! 

A casa da Renata ficava perto. Ah! Sim. Na Vila Mariana, em São Paulo, muita gente ainda morava em casas, apesar do número de prédios de apartamentos brotando quase de um dia para o outro, onde antes o desavisado passante se lembraria de haver uma padaria, uma quadra de tênis, um sobradinho. Pois a Renata morava em uma dessas casas. Um bangalô antigo, bem cuidado, com pequeno jardim à frente, cercado de grades baixas, portãozinho no centro. Passara por ali várias vezes, quando começou a se interessar pela moça, havia pouco mais de dois meses. O relacionamento avançava devagar, tímido e comportado, diferente das velozes aproximações amorosas de hoje. Sabia pouca coisa da moça, a bem da verdade. Discreta, reservada, não abria o coração. Mas tinha aberto um pouquinho a blusa, no último encontro, para permitir uma rápida carícia por sobre o sutiã. Tentara invadir um pouco mais no quesito conteúdo. A moça recuara o corpo centímetros bastantes para avisar que a investida lhe parecia suficiente para o momento. 

A lembrança do contato físico causava-lhe arrepios de ansiedade. Passara por algumas experiências amorosas. Aquela, contudo, era especial. Estava cansado de se sentir obrigado a “trabalhar” relacionamentos amorosos. Tivera uma namorada inteligente e paranoica, e fora sufocado pela necessidade de se manter alerta, atento a todos os detalhes, cuidando do que dizia ou não dizia, em agonia de ser mal entendido por causa de uma careta involuntária, ou porque elevou a voz um pouquinho a mais. Não podia simplesmente agir com espontaneidade e ser entendido? Todo mundo tem direito a um ou outro momento de mau humor, ou de inconsequência, ou de ingenuidade. Basta não prejudicar ninguém, nem contrariar princípios. Cansou-se de agir sob o comando da racionalidade. Por isso, permitia-se voltar às sensações adolescentes, apesar dos vinte e três anos. 

Contando essa namorada doidinha, teve alguns grandes últimos amores para toda a vida. Com todos eles sofreu, por impetuosidade ou preci- pitação. Queria mudar, ficar mais solto e despreocupado. Começaria por treinar o sorriso. Precisava atenuar a expressão séria, que passava imagem de pessoa meio solitária e distante, que não gosta de brincadeiras. Também precisava relaxar a atitude, civilizada demais, severa demais. As pessoas podiam pensar que agia assim para esconder insegurança. 

Renata, a moça de cintura fina, tinha mistérios. Heitor decidiu mergulhar no desconhecido e não ter pressa de saber mais sobre ela. Consi- derou que a agradaria se a deixasse à vontade para falar de si. Melhor curtir cada dia, receber cada informação como se fosse um presente. Mentira! Morria de curiosidade. Havia compensações. Um breve telefonema – sempre para o celular, porque ela não concordava com isso de telefone em casa. Está certo, a gente não nasceu pra virar escravo do telefone. Mas o próprio celular ela não atendia na primeira ligação. Quase sempre dava retorno mais tarde, às vezes horas mais tarde. Você não conhece bolsa de mulher? A gente nunca encontra o celular em tempo de atender. E, além disso, no trabalho, costumo deixar no modo de vibração, por isso não percebo quando entra uma chamada. Heitor concordava, e como não concordar com aquele olhar inocente lançado para cima, com a cabeça um pouco abaixada, ar de menina frágil a pedir compreensão? 

Estava inebriado por ela. Pelo conjunto. Tom de voz, elegância, independência, beleza, a própria timidez. Sentia orgulho em andar de mãos dadas com ela pelas ruas. Embora Renata se mostrasse um pouco sem jeito com essas coisas de namoradinha. Deixava a mãozinha escor- regar de dentro da dele para colocar os cabelos para trás da orelha, um gesto típico. E encantador. Ou para trocar a bolsa de braço, ajeitar a pulseira. Devia ser constrangimento. A pessoa, quando fica um tempo longo sem namorar, perde a prática. Para um rapaz vivido como Heitor, nem a atitude dela nem a pretensa justificativa dele faziam sentido. Mas, caramba, eu não dizia que preciso parar de analisar as pessoas com tanta exigência? 

Pensou nas suas grandes paixões. Duas. Três, para ser exato – de Valentina quase nem lembrava mais. Juliana o envolvera numa situação que jamais conseguiu, de todo, absorver. Passou. Quem sabe pressões familiares a tivessem induzido. Não adiantava atormentar-se. Passou. Vitória, que pensara ser a mulher definitiva, foi um louco indecifrável enigma. A ela, ainda às vezes dedicava alguns suspiros e saudades. Achava ter amadurecido com essas duas experiências, aprendido a enfrentar as benesses e os malefícios do amor. Não aprendeu nada. Percebia isso com Renata. Costumava se achar experimentado nas alianças amorosas, mas agia em relação a ela com a timidez e a hesitação das primeiras vezes. Cada encontro é um, cada relacionamento é diferente do outro. E a gente não age com a outra pessoa de acordo com o cérebro, mas conforme a emoção ordena. Heitor começava do zero, readquiria inocência, a cada relaciona- mento. Entretanto, mesmo sem querer e sem admitir, lá no cofre do peito repousavam suspeitosas dúvidas sobre os mistérios de Renata. 

Aflito de impaciência, resolveu passar na casa dela mais cedo. Nem vou me dar ao trabalho de telefonar, porque a danadinha não vai atender. Já sei. Passo por lá, de uma vez. Fico esperando, na sala, ela se arrumar. Isso, faria isso. 

Na noite fresca de junho, de céu limpo, líquido e luminoso, ele caminhou com decisão, embora por várias vezes tivesse hesitado. Ficaria aborrecida com a chegada antecipada dele? Será que a loura cabecinha queria fazer surpresa, surgindo, como fada, à frente dele, pronta e irreto- cável? Caminhava embalado por esses pensamentos. Quando deu por si, estava diante do portão. Abriu-o, mãos de punguista, e subiu, pés de pano, a escada da varandinha. 

Tomou o cuidado de pôr o celular no modo silencioso. Não queria telefonema algum atrapalhando aquela noite. Bateu à porta, de leve, levemente, pensando no poeta Augusto Gil. Renata nem ouviria as batidas, lá de dentro, tão discretas foram. Esperou um tempo, avaliando se devia chamar outra vez. Sentia-se um tanto envergonhado. Não queria incomodar, deixar a moça aborrecida, e com isso estragar o passeio. Já estava ali, porém, espetado diante da porta. 

Bateu de novo. Ainda com timidez. Nenhuma resposta. Bateu mais forte e esperou. 

Era cedo, bobagem vir aqui com quase duas horas de antecedência, coisa mais imatura...! 

Ia virando as costas para descer a escada quando ouviu tosse de homem dentro da casa. Levou um susto! Renata morava sozinha. 

Tinha acontecido um assalto no bairro duas semanas antes, e ele temeu a possibilidade de um ladrão ter invadido a casa. Sentiu o coração batendo dentro dos ouvidos. Doido, imaginando tragédias, forçou a porta da frente. Destrancada. Empurrou-a devagarinho, botou a cara para dentro e foi entrando. Na penumbra da sala enxergou o corredor e ao fundo a porta do quarto. A pulsação galopava. Avançou, encostando-se nas paredes. Pela porta entreaberta, viu as costas de um homem. Esfriou-lhe o corpo todo e um tremor incontrolável sacudiu-o inteiro. O que viu deixou-o virado em pedra! Renata deitada na cama, sem roupas, de olhos fechados. O homem, na frente dela, em pé, arrumava a calça. Um estuprador! Tinha assaltado a casa e agora se lambuzava na agonia da vítima! 

Aterrorizado, não pensou em mais nada. Pegou a primeira coisa que pudesse servir de arma: um castiçal de ferro. Chutou a porta e pulou com raiva para cima do intruso. O fulano ainda se voltou para ver o agressor. Não teve tempo de reagir. Tomou uma pancada forte na cabeça. Sujeito resistente; no meio da queda, espirrando sangue pra todo lado, ainda achou jeito de desfechar um coice. A força do golpe fez Heitor tombar para trás, despencando sobre a quina de um baú de madeira. 

O impacto foi danoso, mas ele voltou rápido para a posição de ataque. Nem percebeu, na queda, o telefone celular escapando do bolso do casaco. O aparelho rolou para um canto e escorregou para baixo da cômoda. 

Heitor sentia uma dor desgraçada na região da costela. O medo, entretanto, superava qualquer coisa. Ouviu o grunhido do homem caído, em convulsão, tentando se levantar, e não quis arriscar. Juntou as duas mãos na haste do castiçal, firmou o corpo, olhou pra cara do sujeito e bateu de novo. Com toda a força que a raiva e o pavor lhe davam. O fulano só fez “Rã!” e ficou largado no chão. 

Meio ajoelhado, Heitor quis se levantar depressa para ver Renata. As costas doíam demais. Pôs a mão para pesquisar o estrago. Havia um afundamento na região. Se ocorrera fratura, devia ser interna, porque nenhum pedaço de osso esticava lasca para fora da carne. Suportou a dor e, agachado, curvado, foi até a cama dela.

Naquele momento morreu pela primeira vez.

Renata, sentada na cama, lívida, de olhos arregalados, segurava o lençol ao peito. Na mão dela, duas notas de dinheiro. Sobre a cama, a carteira aberta do homem.

Demorou a entender. Deu-se conta, enfim. Naquele relacionamento, viu e não enxergou e por não ter enxergado não viu.

Zunia um vento forte na cara dele. Um estupor, o mundo girando, imagens rapidíssimas desfilando numa tela imaginária de cinema. Renata e ele passeando pelas lojas, ela com o dinheiro na mão, ela gastando dinheiro, ela saindo para a faculdade e nunca o deixando acompanhá-la, o corpo no chão, os dois saindo à tarde, ele sozinho em casa à noite, pensando nela, a carteira, ela na cama, o morto.

Virou-se, desceu para a rua e tentou correr. Não pôde. A dor era terrível. Respirava com imensa dificuldade. Pulmão perfurado, possivel- mente. Arrastou-se para casa. No caminho, apenas a indiferença das pessoas torcendo o nariz, decerto supondo mais um bêbado ou drogado que mal conseguia ficar em pé. Naquela hora escura, passavam, desviavam-se, nem olhavam direito, ou veriam o rosto contraído de aflição. Parou por diversas vezes, apoiando-se nas paredes e nos muros. Cada passo movimentava músculos, nervos, articulações. E cada movimento o fazia sofrer dores horrorosas. Enxergou a casa. Próxima, e tão difícil de alcançar. Chegou, afinal, respirando agulhas em vez de ar. Chegou. Tropeçou. Equilibrou-se. Entrou, aos trambolhões, e deitou-se.

domingo, 10 de junho de 2012

Jorge Pinheiro e Franci Hounsell. Monografia em Ciências Jurídicas e Sociais - Como Elaborar - 3ª Edição – Revista e Atualizada, 92 pgs. Editora: Juruá Editora 
O livro Monografia em Ciências Jurídicas e Sociais: como Elaborar é uma obra pensada para facilitar ao aluno ou à pessoa que necessita apresentar um trabalho acadêmico ou científico em uma instituição de ensino superior, com uma rápida consulta, formatando o seu trabalho dentro dos padrões das normas técnicas exigidas no Brasil. Pela experiência, os autores, um deles com mais de 20 anos orientando Trabalho de Conclusão de Curso e Monografia Jurídica, logo perceberam a deficiência, que era comum na maioria das áreas do conhecimento, por isso, fizeram um livro que trouxesse a informação direta e exemplificada que permitisse ao aluno desenvolver o trabalho acadêmico ou científico com segurança. A obra é dirigida aos alunos das áreas de Humanidades, porém seus exemplos incluem situações de outras áreas do conhecimento científico, como as áreas de Ciências da Vida, Ciências Exatas e Engenharia, além de ser de utilidade para as pessoas que estão cursando pós-graduação lato sensu (especialização, aperfeiçoamento e MBA) e stricto sensu (mestrado e doutorado). A Juruá Editora, ao apresentar a presente obra ao público, contribui com um livro atualizado pelas últimas normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.

domingo, 22 de abril de 2012


AUTORIA E PLÁGIO: Um Guia para Estudantes, Professores, Pesquisadores e Editores

Entende-se por plágio a apropriação e apresentação de conteúdo alheio como se fosse próprio. Essa prática no âmbito acadêmico é um sério problema que interfere na qualidade da produção científica, compromete a credibilidade do processo de autoria e ameaça a reputação de instituições de pesquisa. 

Embora em algumas situações o plágio possa acontecer de modo deliberado (quando há intenção do redator em cometer uma fraude intelectual), supõe-se que em muitos casos o plágio acontece de forma acidental, ou seja, ocorre na redação científica simplesmente por desconhecimento por parte do redator das diretrizes de escrita acadêmica, tais como a correta indicação (citação) e identificação (referência) das fontes utilizadas em trabalhos e relatórios científicos, as quais consistem em regras básicas e eficazes que evitam a ocorrência do plágio. 

Nesse sentido, este livro apresenta-se como um material de apoio didático destinado a estudantes, professores, pesquisadores, editores, autores e instituições de ensino e pesquisa. A finalidade principal da obra é orientar de modo prático como devem ser apresentados conteúdos científicos em projetos de pesquisa, trabalhos de conclusão de curso, dissertações, teses, artigos científicos, relatórios, livros e outros trabalhos acadêmicos, de modo que se evite a ocorrência de plágio. 

Este livro pode ser utilizado como recurso didático nas disciplinas destinadas à formação científica, tais como Metodologia Científica, Técnicas de Pesquisa, Redação Acadêmica e atividades afins relacionadas à produção e publicação de trabalhos científicos. 

Trata-se de uma obra de apoio e orientação destinada principalmente ao meio acadêmico cuja finalidade principal é instrumentalizar os sujeitos de pesquisa no que se refere à exatidão na forma de apresentação de trabalhos científicos por meio da escrita. 


AUTORIA E PLÁGIO: Um Guia para Estudantes, Professores, Pesquisadores e Editores 
Editora Atlas

sábado, 21 de abril de 2012

Português passo a passo

Há mais de vinte anos trabalho com o ensino de português. Nunca me satisfiz com o tradicional método da "decoreba", incapaz de fazer quem quer que seja entender os fatos de uma língua. Assim, desde o começo procurei despertar nos alunos o interesse pelo idioma, fazendo-os ver o que pode estar por trás da norma. O ensino e o estudo devem e podem ser instigantes, criativos, prazerosos. 
Espero que a série Português Passo a Passo lhe traga ensinamentos e dicas úteis.

No volume 1 da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto, você vai aprender muitas das marcas que diferenciam a linguagem coloquial da formal e em quais situações podemos ou devemos usar cada uma delas. Verá também que, muitas vezes, certas expressões e palavras são usadas de forma inadequada. Você sabe, por exemplo, quando utilizar as expressões "ao invés de" e "em vez de"? Com essa e outras dúvidas esclarecidas, você vai descobrir que nosso idioma PODE SER MAIS FÁCIL DO QUE VOCÊ PENSA.


No volume 2 da sériePortuguês Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto, você vai aprender COMO GRAFAR E ACENTUAR AS PALAVRAS. Você diria que, no Brasil, morar bem é “privilégio” ou “previlégio”? Nesta obra, você vai descobrir que é fácil acabar de supetão (ou seria sopetão?) com as dúvidas sobre a pronúncia e a grafia de certas palavras depois de ler o que prof. Pasquale tem a dizer.





COMO USAR A VÍRGULA E OUTROS SINAIS DE PONTUAÇÃO é o tema do volume 3 da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto. Você sabia que uma simples vírgula pode alterar completamente o sentido de uma frase? Se você não quer que isso aconteça, veja neste volume alguns exemplos práticos do prof. Pasquale e evite cair nessa armadilha.
Há muitos verbos de conjugação traiçoeira. A do verbo “requerer” é uma delas. Ouvem-se construções como “Se ele requerer” e “Se ele requiser”. É inevitável que as pessoas fiquem confusas. O que é certo? 


No volume 4 da sériePortuguês Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto, você vai aprender COMO CONJUGAR E EMPREGAR OS TEMPOS E OS MODOS DOS VERBOS, além de receber várias dicas úteis para não tropeçar mais nessas questões.







Cuidado! Quando você começa uma frase pelo verbo, pode acabar se dando mal na concordância com o sujeito. Neste volume da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto,CONHEÇA OS PRINCIPAIS CASOS DE CONCORDÂNCIA VERBAL. “Haviam muitas pessoas no show” ou “Havia muitas pessoas”? “É uma hora da tarde” ou “São uma hora da tarde”? Veja o que o professor tem a lhe dizer sobre esses e muitos outros casos.



CONHEÇA OS PRINCIPAIS CASOS DE CONCORDÂNCIA NOMINAL no volume 6 da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto. “Segue anexos os documentos”; “É proibido a entrada”; “Obrigado nós!”. Você vê algum problema nessas frases? Veja o que o professor tem a dizer sobre alguns problemas corriqueiros de concordância.

Ser um maestro da nossa língua não é tão difícil quanto se imagina. Com conhecimentos básicos de regência, é possível orquestrar bem as frases, sem desafinar na gramática. VEJA COMO AS PALAVRAS SE RELACIONAM no volume 7 da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto. O sentido de uma frase pode ser completamente alterado por uma preposição. Você sabia que “agradar o gato” pode não ser a mesma coisa que “agradar ao gato”?



POR DENTRO DOS ENSINAMENTOS SOBRE CRASE. Parece algo difícil de imaginar? Crase significa fusão, mistura (a + a, por exemplo). O sinal que indica esse fenômeno é o acento grave (à). O volume 8 da série Português Passo a Passo com Pasquale Cipro Neto ajuda você a entender quando se deve empregar esse sinal.






Extraído do sítio: Português  Passo a Passo  com Pasquale Cipro Neto. Disponível em: http://www.professorpasquale.com.br/site/acolecao/index.php

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Bases para uma metodologia da pesquisa

Sugestões bibliográficas 

Sugestões para quem deseja aprofundar-se um pouco mais na metodologia da pesquisa geral e jurídica. Artigos sobre o tema são raros, daí porque listamos apenas livros: 

ACKOFF, Russel: Planejamento de Pesquisa Social. São Paulo: Herder-EDUSP. 
ALMEIDA, Maria Lúcia de: Como Elaborar Monografias. Belém: CEJUP. 
ANDRADE, Maria Margarida de: Introdução à Metodologia do Trabalho Científico – Elaboração de Trabalhos na Graduação. São Paulo: Atlas. 
BARBOSA Filho, Manuel: Introdução à Pesquisa – Métodos, Técnicas e Instrumentos. Rio de Janeiro: LTC. 
BARROS, Aidil de Jesus: Projeto de Pesquisa – Propostas Metodológicas. Petrópolis: Vozes. 
BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra e FERNANDES, Lucia Monteiro: Manual para a Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses e Dissertações. Rio de Janeiro: Zahar Editores – UFRJ. 
CAMPESTRINI, Hildebrando: Como Redigir Ementas. São Paulo: Saraiva. 
CARRAHER, David: Senso Crítico do Dia-a-Dia das Ciências Humanas. SP: Pioneira. 
CARVALHO, Maria Cecília de: Construindo o Saber – Técnicas de Metodologia Científica. Campinas: Papirus. 
CASTRO, Cláudio de Moura: A Prática de Pesquisa. SP: McGraw Hill do Brasil. 
CERVO, Amado e BERVIAN, Paulo: Metodologia Científica. SP: McGraw Hill do Brasil. 
DEMO, Pedro: Metodologia Científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas. 
ECO, Umberto: Como se Faz uma Tese em Ciências Humanas. Trad. Ana Falcão Bastos e Luís Leitão, prefácio de Hamilton Costa. Lisboa: Editorial Presença. 
EMERENCIANO, Maria do Socorro Jordão: Técnicas de Estudo. BHZ: Interlivros. 
ESPÍRITO SANTO, Alexandre do: Delineamentos da Metodologia Científica. SP: Loyola. 
FERREIRA SOBRINHO, José Wilson: Metodologia do Ensino Jurídico e Avaliação em Direito. Porto Alegre: Fabris. 
FERREIRA SOBRINHO, José Wilson: Pesquisa em Direito e Redação de Monografia Jurídica. Porto Alegre: Fabris. 
GAIDZINSKI, Areti e CARMINATI, Fábia: Metodologia do Trabalho Científico – Conceitos Preliminares, Estratégias e Ações, Diretrizes para a Elaboração do Trabalho Científico na Graduação. Criciúma: Gráfica Líder. 
GALLIANO, Alfredo Guilherme: O Método Científico – Teoria e Prática. SP: Harbra. 
GIL, Antônio Carlos: Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas. 
GOODE, William e HATT, Paul: Métodos em Pesquisa Social. Trad. Carolina Bori. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 
HEGENBERG, Leônidas: Etapas da Investigação Científica. São Paulo: EPV. 
HÜHNE, Leda Miranda (org.): Metodologia Científica – Cadernos de Textos e Técnicas. Rio de Janeiro: Agir. 
JABINE, Thomas Boyd: “O Uso de Amostragem Probabilística nas Ciências Sociais”.Boletim do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais do MEC (n. 6). Recife: IJNPS. 
KAPLAN, Abraham: A Conduta na Pesquisa – Metodologia para as Ciências do Comportamento. São Paulo: EPU-EDUSP. 
KOTAIT, Ivani: Editoração Científica. São Paulo: Ática. 
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade: Metodologia do Trabalho Científico – Procedimentos Básicos de Pesquisa Bibliográfica, Projeto e Relatório. São Paulo: Atlas. 
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina Andrade: Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas. 
LEITE, José Alfredo: Metodologia de Elaboração de Teses. SP: McGraw Hill do Brasil. 
LEITE, Eduardo de Oliveira: A Monografia Jurídica. Porto Alegre: Fabris. 
MACEDO, Neusa Dias de: Metodologia de Pesquisa Bibliográfica – Tendo em Vista o Trabalho de Pesquisa. São Paulo: EDUSP. 
MANN, Peter: Métodos de Investigação Sociológica. Trad. Octávio Alves Velho. Rio de Janeiro: Zahar. 
MANZO, Abelardo: Manual para la Preparación de Monografias – Uma Guia para Presentar Informes y Tesis. Buenos Aires: Humanitas. 
MARCONI, Marina de Andrade: Técnicas de Pesquisa – Planejamento e Execução de Pesquisas. São Paulo: Atlas. 
MARTINS, Joel: Subsídio para Redação de Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado. São Paulo: Moraes. 
MORAES, Irany Novah: Elaboração da Pesquisa Científica. São Paulo: Atheneu. 
NEOTTI, Ana et allii: Manual de Procedimentos para Elaboração de Trabalhos Científicos. Ponta Grossa: UEPG. 
PESSOA, Ida Brandão de Sá: Apresentação de Trabalho Acadêmico. Recife: Universitária. 
PHILLIPS, Estelle M. e PUGH, Derek S.: How to Get a PhD – A Handbook for Students and Their Supervisors. Buckingham – Philadelphia: Open University Press, 1995. 
POPPER, Karl: A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix. 
RUDIO, Franz Victor: Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. SP: Vozes. 
RUIZ, João Álvaro: Metodologia Científica – Guia para Eficiência nos Estudos. São Paulo: Atlas. 
SALOMON, Délcio Vieira: Como Fazer uma Monografia – Elementos de Metodologia de Trabalho Científico. Belo Horizonte: Interlivros. 
SANTOS, Gildenir e SILVA, Arlete: Normas para Referências Bibliográficas: Conceitos Básicos (NBR-6023/ABNT-1989). Campinas: UNICAMP. 
SCHWARZMANN, Simon e CASTRO, Cláudio: Pesquisa Universitária em Questão. São Paulo: UNICAMP – Ícone. 
SELLTIZ, Claire, JAHODA, Marie, DEUTSCH, Morton e COOK, Stuart: Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. Trad. Dante Moreira Leite. São Paulo: Herder – EDUSP. 
SEVERINO, Antônio Joaquim: Metodologia do Trabalho Científico. S.Paulo: Cortez. 
TARGINO, Maria das Graças: Citações Bibliográficas e Notas de Rodapé – Nova Versão. Teresina: UFPI. 
THIOLLENT, Michel: Metodologia de Pesquisa – Ação. São Paulo: Cortez. 
THOMPSON, Augusto: Manual de Orientação para Preparo de Monografia – Destinado Especialmente a Bacharelados e Iniciantes. Rio de Janeiro: Forense-Universitária. 
VERA, Armando Asti: Metodologia da Pesquisa Científica. Trad. Maria Helena Crespo e Beatriz Magalhães. São Paulo: Globo. 
VIEIRA, Sônia: Como Escrever uma Tese. São Paulo: Pioneira.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa













ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
EDITORA ABL

O Vocabulário Ortográfico de Língua Portuguesa (VOLP) é um levantamento das palavras da língua portuguesa com indicação da sua grafia, prosódia, ortoépia, classe gramatical e outras informações úteis, tais como formas irregulares do feminino de substantivos eadjectivos, plurais de nomes compostos, homónimos e parónimos das palavras averbadas, etc.

TCC - Métodos e Técnicas

Manual da Monografia Jurídica

Metodologia da Pesquisa













EDIVALDO M. BOAVENTURA 
EDITORA ATLAS 

O livro foi planejado em três partes. Na primeira, enfoca a proposta da dissertação, centrada na definição do problema, revisão da literatura e procedimentos metodológicos. Na segunda, o processo da pesquisa discute algumas metodologias mais usuais, como a bibliografia, documental, método histórico e estudo de caso. Na última, fecha-se o ciclo do processo investigativo com o relatório da monografia, dissertação ou tese, quando se discute o plano da dissertação e sua redação.

Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso













GILBERTO DE ANDRADE MARTINS & ALEXANDRE LINTZ 
EDITORA ATLAS 

O processo de elaboração de uma monografia traz ansiedade e apreensão ao aluno-autor. A escolha do tema, seleção do referencial bibliográfico, leitura reflexiva, crítica e interpretativa do material escolhido, estruturação do trabalho e, principalmente, a redação do relatório monográfico constituem desafios causadores desses instigante desconforto intelectual.

Este guia tem a pretensão de estimular e energizar estudantes e profissionais que desejam, com prazer e competência , superar esses temores e, assim, construírem suas primeiras autorias científicas. Apresenta as principais etapas e atividades que devem ser realizadas para a construção de um trabalho monográfico, destacando cinco abordagens metodológicas: pesquisa bibliográfica, estudo de caso, pesquisa de avaliação, proposição de planos ou programas e pesquisa-diagnóstico. 

Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever













LUCILIA GARCEZ 
EDITORA MARTINS FONTES 

Os manuais reunidos nesta coleção oferecem a instrumentação necessária para o trabalho intelectual nos diferentes níveis e nas mais diversas áreas. O estudante que está se preparando para o vestibular, o pesquisador de humanas ou exatas que escreve uma tese, o funcionário que redige um documento etc. encontrarão aqui informações preciosas e orientações inteligentes para o seu trabalho.

Técnica de Redação













MAGDA BECKER SOARES 
EDITORA AO LIVRO TÉCNICO 

O livro apresenta as técnicas de redação de maneira didática, começando por exercícios de construção frasal, que possibilitam ao aluno iniciar-se na arte da escrita com segurança até chegar a desenvolver os vários tipos de redação. Além disso, treina os alunos na técnica de delimitação de temas. Por esses motivos, é um livro recomendado a todos os professores e estudantes de letras.

Redação Científica: A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas













JOÃO BOSCO MEDEIROS
EDITORA ATLAS

Todo profissional ou estudante precisa, nos dias atuais, saber comunicar-se com clareza. A capacidade para redigir textos de qualquer extensão é característica distintiva quer na faculdade, quer no ambiente de trabalho. 

Este livro ocupa-se de pré-requisitos para a redação científica. Apresenta técnicas para tornar o estudo e a aprendizagem mais eficazes, orienta a pesquisa científica, detendo-se em suas etapas, esclarece sobre as qualidades das fontes de pesquisa, bem como informa sobre estratégias de leitura.

A coerência textual













KOCH, Ingedore Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos
EDITORA CONTEXTO

Abordando as possibilidades de estabelecer um sentido para os usuários entenderem que a coerência é vista como cada uma de suas partes, ligadas ao sentido do texto. Apesar de o texto ser apenas uma lista de palavras em qualquer ligação sintática, o leitor ou o ouvinte do texto, tem arquivado em sua memória trazendo à tona os conhecimentos pertinentes a construção do que podemos chamar de mundo texto.

Texto e Coerência



INGEDORE GRUNFELD VILLACA KOCH & LUIZ CARLOS TRAVAGLIA
EDITORA CORTEZ 

Em Texto e Coerência, os autores procuram demonstrar que a coerência é algo que se estabelece na interação, na interlocução, numa situação comunicativa entre dois usuários. Ela é quem faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo ser vista como princípio de interpretabilidade do texto. 

Como se faz uma tese

Interpretação e Superinterpretação

Manual de Monografia - Como se faz uma Monografia, uma Dissertação, uma Tese

Projeto e Monografia Jurídica

Monografia Jurídica - Guia Prático para elaboração do trabalho científico e orientação metodológica